De reter fica esta versão ou diferente arranjo musical da Mushaboom, com um toque progressivo e que assim se diferencia do catchy loop da versão primogénita. E ainda, a interacção carinhosa ao ponto de conseguir um mega dinâmica de grupo através de uma dança suigeneris.
Um bom Espectáculo e ao contrário do anterior (M83), para mais tarde recordar e quiçá repetir.
Video: YouTube
Março 20, 2012
Feist - Mushaboom (Coliseu, Porto, 19 Março 2012)
Março 18, 2012
Março 12, 2012
M83 - Intro @ Hard Club [Porto Mar 2012]
Foi engraçado mas nada de extraordinário.
Valeu pela Intro (Hurry up we're dreaming), Reunion e Steve McQqueen e a sensação de ao vivo serem mais uma banda post-rock com bom poder de encaixe. De resto muito pouco a recordar uma vez que as outras memórias não são muito felizes, como por exemplo; uma sensação de Deja-vú ,nomeadamente, a postura do lead singer ao fazer-me por momentos associar a um Sufjan Stevens, no coliseu do Porto, e ou até com aquela intro extraterrestre e os stickers fluorescentes em alguma da parafernália instrumental tal como Sufjan Stevens. E ela não cantava...guinchava. Também de registar negativamente o Abuso nos decibeis que tornaram os agudos dificeis para o meu aparelho auditivo tolerar. Por fim, uma sala quente com algumas pessoas que simplesmente não souberam estar.
Um pouco de lamentar, pois fiquei com uma sensação sweet and sour uma vez que poderia ter sido uma experiência para mais tarde recordar.
Dito isto, foi mais uma.
Video: "Agarradomaximo" Youtube
P.S: Ontem foi mais um espéctculo em que uma vez mais verifiquei que as Artes Espectáculos estão tristemente direccionados para uma classe elitista, onde o cidadão comum - por mais que se queira cultivar e desfrutar do que colheu - dificilmente tem condições para comprar as sementes da Cultura.
Março 07, 2012
Cool and Português II
A Miúda - Com Quem Eu Quero
Fevereiro 19, 2012
Fevereiro 08, 2012
Janeiro 31, 2012
Janeiro 28, 2012
Janeiro 27, 2012
Janeiro 10, 2012
Ao Louco foi-lhe oficialmente comunicada Morte. Talvez por puro capricho ou teimosia. Ou quis-se manifestar e apelar de forma subentendida?
Talvez...
Na realidade e na Verdade ele já estava morto, tal era a dormência dos seus sentimentos. Prova disso e no que toca às suas descobertas cinematográficas, foi o aluguer, num Jornal qualquer, de um pequeno espaço na secção de cronologia.
Quanto à Música valeu-lhe o disfibrilador para descobertas escassas.
Da escrita e das restantes formas de expressão cultural é melhor nem se falar.
No que diz respeito ao mundano "vira o disco e toca o mesmo": comprou um carro de rico (se bem que essa compra se realizou pouco antes do estado oficial de coma, mas que se veio a provar ser uma tentativa frustrada de compensação emocio-anal), ao mesmo tempo que arrasta a cruz - 1 ano e meio depois de ter mandado o anterior para a sucata - de pagar 100 euros mensais de 2645 euros de rails protectores danificados pelo despiste...e isto já para nem falar dos 500 euros de multa associados ao acidente (pagos no momento) com sanção acessoria de inibição de conduzir, ainda por chegar, mas que será de 4 meses segundo a funcionária do Governo Civil do Porto(que lhe comunicou enquanto lhe guardava(con-sequência de uma outra "vicissitude"), num envelope, a sua carta de condução, que por lá irá ficar por um período - de 30 dias - durante o qual o Louco encontra-se actualmente privado da condução). Mas bem, Ganhou o estatuto de Tio, e para contrastar perdeu o estatuto de Namorado para o de Namorado Intermitente (porque o facebook "é quem mais ordena").
Mas vá lá...pelo menos mantém o seu emprego com Jovens Infractores que, reavivam o delinquente, o marginal de comportamentos desviantes e que tão bem se coadunam com a caracterização de um Louco manipulador que persiste ao se mover através de actos promiscuos e irresponsáveis causados pelo transgressor tristemente apelativo que nele habita.
Helder Aires
Janeiro 07, 2012
Maio 09, 2011
Maio 01, 2011
Abril 16, 2011
Abril 13, 2011
Março 26, 2011
Março 14, 2011
Fevereiro 20, 2011
I don't like the things you don't say
Leaving it for such a long long time
Why do you show me those sad sad eyes
Each time you decide to pass on by
And when you smile those sad eyes
Look sadder and sadder still
Autumn's hue in those sad eyes
Makes me love and love them more
I'll have a bath, I'll make the dinner
And then I'll go wait for a long long time
But still you've not passed my door
And when you smile those sad eyes
Look sadder and sadder still
I can tell that you're lonely
But it seems now
There's nothing you want me to do
So I won't try to take the sadness
From those eyes that I love
Leave it open for someone else to
And when you smile those sad eyes
Look sadder and sadder still
Trying to hold it together
Keep my love as light as a feather
Sad eyes baby it's been such a long time
Keep my heart breaking in the dark
Come and spend the night
Sad eyes, sad eyes, sad eyes...
Fevereiro 06, 2011
Devo confessar que, cada vez que tenho de falar sobre o sistema tutelar português e de avaliar os prós e os contras da sua evolução num sentido mais próximo do "modelo justiça" sinto uma profunda inquietação.
É uma angústia antiga, que vem do tempo em que trabalhava naquele sistema, há quase uma dezena de anos, e compreendi que as crianças que tinha ali à minha frente, não eram, em regra, mais "delinquentes" ou mais "marginais" do que outras, que encontrava, barulhentas e livres, nas ruas, nos cafés, nos cinemas.
Eram simplesmente, mais infelizes e desprotegidas.
E interrogava-me cada dia se efectivamente as ajudava ou se, pelo contrário, as empurrava para a delinquência.
Eliana Gersão (1994)



